U M A   D E S C O N S T R U Ç Ã O   D O   Â M A G O

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POEMACTO surgiu numa noite ventosa enquanto Solange Pacífico descia as escadas da bica.

O som da harmónica e da guitarra ecoava na rua e decidiu entrar.
Caiu-lhe no colo a oportunidade de criar uma casa de poesia.

 

"Onde, está a solidão para escutar a solidão daquela voz?”

- Herberto Helder

E nessa “solidão para escutar a solidão daquela voz”:

O POEMACTO tornou-se acção no dia 17 de Fevereiro de 2020, 

um som, um movimento.

Nascido da consciência da solidão do poeta: fechado em si e nas suas emoções mesmo quando as manifesta em letras, palavras, pontos e vírgulas de partilha.

O Poemacto surge como uma inversão, uma revolta: a homenagem a essa mesma solitude num espaço - um lar - onde solidão é partilha; onde solitude é palco de poetas emergentes, casa aberta à poesia contemporânea.

Palavra tornada acção.

O movimento que Lisboa tinha saudades de reencontrar.

A saudade do tempo das tertúlias onde artistas vomitavam a alma cheia entre botecos e cafés.

Onde todas as artes se juntavam para partilhar o âmago na sua essência mais genuína.

POEMACTO voltou, uns séculos depois, com todas as gerações passadas no coração, para criar uma nova.

Somos um grito, um movimento urgente pela luta do fim da precariedade da poesia e cultura em Portugal.

Somos POEMACTO!